Porque você só nota que é um problema, quando, mais uma vez, se torna uma idéia fixa.
Você não precisava tocar naquilo. Não precisava sangrar aquela ferida.
Estúpida. Burra.
As escolhas são suas: ou você volta a sair com a Tina ou volta para o inferno.
Já estou no inferno. Já não quero sair do meu buraco.
Você não pode me tocar aqui dentro. Você não tem como chegar até mim.
Sai! Vá embora! Pare de assolar meus pensamentos!
As coisas mudam quando tem que mudar, não é mesmo?
segunda-feira, 28 de julho de 2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
Auto-sabotagem.
Amanhã é o último dia. Hoje é o último dia!
Tudo volta ao normal; a cabeça se expande. O tempo, volta, caminhando mais devagar. E eu, volto a correr; faço girar, faço correr.
Mais uma vez presa, correria; ponto, ponto, ponto; relógio, ti-tac, tic-tac; barulho, barulho!
Mais uma vez o caos. E então, tudo explode, volta a ser como sempre foi.
Assim as coisas fluem, finalmente me sinto livre e apta a criar novamente.
É a minha escolha.
Ah... a auto-sabotagem! Realmente inspiradora.
Tudo volta ao normal; a cabeça se expande. O tempo, volta, caminhando mais devagar. E eu, volto a correr; faço girar, faço correr.
Mais uma vez presa, correria; ponto, ponto, ponto; relógio, ti-tac, tic-tac; barulho, barulho!
Mais uma vez o caos. E então, tudo explode, volta a ser como sempre foi.
Assim as coisas fluem, finalmente me sinto livre e apta a criar novamente.
É a minha escolha.
Ah... a auto-sabotagem! Realmente inspiradora.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Sete.
Eu fiz uma nova tatuagem, para cobrir um velho sentimento.
É apenas uma bandeira fixndo 7.
Chute a porta, todos estão lá.
Por trás dos pescoços nebulosos; atras das mãos, por trás das pedras.
O esgoto é mais seguro.
Não sou o tipo de mulher que acorda para ver você partir.
Me prepare um café.
Sou forte o suficiente para fazer minha rópria partida.
Você vê o lindo céu azul lá fora? acima de nossas cabeças.
Vê como reflete em mim?
É apenas uma bandeira fixndo 7.
Chute a porta, todos estão lá.
Por trás dos pescoços nebulosos; atras das mãos, por trás das pedras.
O esgoto é mais seguro.
Não sou o tipo de mulher que acorda para ver você partir.
Me prepare um café.
Sou forte o suficiente para fazer minha rópria partida.
Você vê o lindo céu azul lá fora? acima de nossas cabeças.
Vê como reflete em mim?
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Cataplexia.
Na lista das coisas que eu odeio, o nome dela é o primeiro.
Então. Então. Então. Então.
Então. Então. Então... ahm...
Essa é a cara que eu fico, quando olho pra você.
Uma chance para cada paixão aqui, mas somente uma de cada vez. Para receber minha próxima incisão tardia.
Nunca espere por merecimento. Para ser amado e amar sozinho.
Engraçado aonde tudo isso acaba. Não é mesmo?
Afinal, tudo é de vidro.
Então. Então. Então. Então.
Então. Então. Então... ahm...
Essa é a cara que eu fico, quando olho pra você.
Uma chance para cada paixão aqui, mas somente uma de cada vez. Para receber minha próxima incisão tardia.
Nunca espere por merecimento. Para ser amado e amar sozinho.
Engraçado aonde tudo isso acaba. Não é mesmo?
Afinal, tudo é de vidro.
domingo, 6 de julho de 2008
Extremos.
'Os extremos sempre se encontram.'
Essa é a minha regra. No final das contas, o que os separa é uma margem de dois centímetros.
Dois centímetros para se encontrarem.
Dois centímetros para se tornarem iguais; para a mediocridade e invalidez do conjunto, até que finalmente se tornem bosta. Ridícula e pateticamente em atos e palavras contraditórias.
Onde o cinísmo é o regente master, aquilo ou isso, na verdade, tanto faz.
O que comprova a eficácia da minha regra.
Mas não há motivo para alarde. A regra é só minha e, quando o esporte favorito de Dolores é observar e contrariar, o que posso dizer?
Afinal, a promiscuidade gratuita está na moda. Nao é mesmo?
underground like a wild potato.
Essa é a minha regra. No final das contas, o que os separa é uma margem de dois centímetros.
Dois centímetros para se encontrarem.
Dois centímetros para se tornarem iguais; para a mediocridade e invalidez do conjunto, até que finalmente se tornem bosta. Ridícula e pateticamente em atos e palavras contraditórias.
Onde o cinísmo é o regente master, aquilo ou isso, na verdade, tanto faz.
O que comprova a eficácia da minha regra.
Mas não há motivo para alarde. A regra é só minha e, quando o esporte favorito de Dolores é observar e contrariar, o que posso dizer?
Afinal, a promiscuidade gratuita está na moda. Nao é mesmo?
underground like a wild potato.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Cabaret.
Quando lhe dei meu coração, me entreguei por inteiro. Por completo.
Agora me vejo deitada em uma bancada de sacrificio.
De peito aberto.
Inerte; sem movimentos, sem ação. Núa.
Tu estás atrás, apertando forte meu coração na mão esquerda.
Enquanto o sangue escorre entre teus dedos, seguras um punhal com a direita.
Cortando. Fatiando. Teu prazer é visível, e lindamente asqueroso.
Está sangrando. Por demais dilacerado. E dói.
Dói, mas ainda bate!
Bate, pois todas as palavras não foram apagadas. Bate, pois todo aquele sentimento e esperança ainda nao morreram.
E está sempre tentando.
Está sempre doendo. Sangrando cada vez mais.
E eu aqui, sem ação.
Gritando para dentro pois a voz não sai.
Não me escutas. Não me escutas e continua fatiando. Cortando; brincando com teu punhal, que de tão bom grado lhe foi dado.
Enquanto grito, ignoras e não percebe. Já estás envolta em meu sangue;
Choraste sobre meu peito e agora faz parte de mim.
Se fores embora, além de meu coração, leva minha alma.
E então morrerei.
Lembro-me de cobras e lagartos que saiam de tua boca. Eu estava na outra ponta.
Sutura tua ferida. Pois a minha está aberta demais. Nunca cicatrizará por completo.
Agora me vejo deitada em uma bancada de sacrificio.
De peito aberto.
Inerte; sem movimentos, sem ação. Núa.
Tu estás atrás, apertando forte meu coração na mão esquerda.
Enquanto o sangue escorre entre teus dedos, seguras um punhal com a direita.
Cortando. Fatiando. Teu prazer é visível, e lindamente asqueroso.
Está sangrando. Por demais dilacerado. E dói.
Dói, mas ainda bate!
Bate, pois todas as palavras não foram apagadas. Bate, pois todo aquele sentimento e esperança ainda nao morreram.
E está sempre tentando.
Está sempre doendo. Sangrando cada vez mais.
E eu aqui, sem ação.
Gritando para dentro pois a voz não sai.
Não me escutas. Não me escutas e continua fatiando. Cortando; brincando com teu punhal, que de tão bom grado lhe foi dado.
Enquanto grito, ignoras e não percebe. Já estás envolta em meu sangue;
Choraste sobre meu peito e agora faz parte de mim.
Se fores embora, além de meu coração, leva minha alma.
E então morrerei.
Lembro-me de cobras e lagartos que saiam de tua boca. Eu estava na outra ponta.
Sutura tua ferida. Pois a minha está aberta demais. Nunca cicatrizará por completo.
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