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Gosto de imaginar as coisas fora da minha cabeça, como se estivessem ensolaradas.
Vivo dessa luz que radia das coisas que imagino. (não sei se é inocência ou falta de lucidez)
Vivo minha própria fotografia. (não sei de que cor sou por dentro)
Parece monotono, mas na realidade não me (entedia?) aborrece. Eu sequer noto. É quase como respirar.
Do momento em que deito, no como vejo o teto que me cobre, eu entendo. Está fora dessas paredes o mundo que me rodeia.
Sonhar torna o inalcansável tão agradável! Pois ao abrir os olhos tudo é demasiado cru. (isso não é um reclame)
Isso é somente a linha que desenho.
Sou feliz dentro de mim.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
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